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Terapia ABA

O tratamento para o autismo é geralmente muito intenso e abrangente, por isso envolve toda a família da criança e uma equipe de profissionais. Alguns programas podem ser postos em prática na casa dos indivíduos. Os que são feitos em casa, podem ser com a presença de profissionais especialistas e terapeutas treinados ou podem incluir um treinamento para que os pais possam servir como terapeutas para seus filhos, sob supervisão de um profissional. Alguns programas são feitos em um centro especializado (em alguns países), na sala de aula ou na pré-escola.

O neurologista e o psiquiatra infantil são os médicos mais especializado no diagnóstico do autismo, e podem fazer sugestões ou ajudá-lo a priorizar as terapias com base na avaliação global do seu filho.

Uma vez que você tenha explorado algumas opções de terapias adequadas, você vai querer obter mais informações antes de fazer um compromisso com uma delas. Para muitas crianças, o autismo pode se complicar devido a condições médicas, questões biológicas e sintomas que não são exclusivos do autismo. Crianças com doenças, tais como hiperatividade, ansiedade, convulsões, problemas gastrointestinais, problemas de sono, agressividade podem precisar de alguns cuidados ainda mais específicos e tratamento medicamentoso.

Tratamentos intensivos para sintomas de autismo abordam o social, a comunicação, os problemas comportamentais e a dificuldade de aprendizagem, por isso, o trabalho interdisciplinar no tratamento do autismo incluem profissionais como fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, pedagogos e psicólogos. O programa de tratamento do seu filho vai depender das necessidades dele.

Por exemplo, se causas médicas para distúrbios do sono são descartadas, uma intervenção comportamental pode ser usada para solucioná-los.

Muitas crianças se beneficiam por terem uma equipe multidisciplinar capaz de usar a mesma abordagem técnica no tratamento desse indivíduo. O Conselho Nacional Americano de Pesquisa recomenda que, durante o período pré-escolar, as crianças com autismo devem receber cerca de 25 horas de intervenção estruturada por semana. Essa intervenção pode incluir o trabalho de fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, pedagogos e psicólogos, no entanto, esses trabalhos devem ser complementares. Por exemplo, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, pedagogos e psicólogos que tenham formação em ABA (análise do comportamento aplicada) como forma de tratamento do autismo podem ter resultados ainda mais expressivos.

COMO A ANÁLISE COMPORTAMENTAL APLICADA FUCNIONA COMO TRATAMENTO PARA TEA?


O Desenvolvimento da ABA foi influenciado pelo Young Autim Project (YAP), um programa comportamental altamente estruturado para crianças com TEA criado por O. Ivar Lovaas, em 1970. Esse programa foi desenvolvido para oferecer treinamento comportamental individualizado na casa da criança.


A ABA se baseia nos princípios do behaviorismo, uma teoria da Psicologia da aprendizagem que explica como as pessoas aprendem e se comportam. O behaviorismo afirma que as ações de uma pessoa não são aleatórias nem imprevisíveis; que todos os comportamentos têm uma finalidade. De acordo com essa teoria, os comportamentos reforçados, para os quais ocorre uma consequência positiva, têm maior propensão à repetição. Embora esta ideia pareça simples, o reforço pode ser algo sutil e extremamente complicado. Nossa tendência é ver o reforço como um evento positivo transparente, como receber elogios por fazer algo certo. Ao observarmos os comportamentos do TEA, a noção de reforço vai muito mais fundo que simplesmente receber aprovação ou desaprovação dos pais em resposta a um comportamento.
 

Se uma criança com TEA apresenta regularmente um comportamento indesejável, tal comportamento está ocorrendo porque as consequências para ela estão recompensando a criança de algum modo. O objetivo central da ABA é que a criança com TEA aprenda habilidades específicas que aumentem a probabilidade de se tornar tão independente e bem-sucedida quanto possível no futuro – habilidades como ser capaz de cumprimentar pessoas com educação, solicitar coisas, permanecer em uma fila e
abotoar o casaco.


O primeiro passo para iniciar a terapia ABA é a condução de uma análise comportamental funcional por um terapeuta. Durante a análise comportamental funcional, padrões de comportamento positivos e negativos – padrões que promovem ou interferem com o funcionamento dentro da família ou sala de aula – são identificados. Recorrendo aos princípios da teoria da aprendizagem e do behaviorismo, o terapeuta de ABA formula teorias sobre o que desencadeia certos comportamentos e como tais comportamentos são reforçados. Com informações dos pais e professores, o terapeuta desenvolve um plano individualizado para abordar especificamente os comportamentos-alvo. Técnicas específicas de intervenção – geralmente na forma de “reforços positivos” – são usadas para auxiliar a criança a produzir e manter comportamentos desejados e com relevância social. Os comportamentos problemáticos são redirecionados de maneira intencional ou não são reforçados, como, por exemplo, não responder aos gritos de uma criança, se o objetivo dos gritos é chamar atenção dos pais. O monitoramento e observação contínuos dão feedback ao terapeuta com relação ao progresso da criança, para que os planos de tratamento possam ser ajustados.
 

Dentro da área ABA, dois métodos predominantes de intervenção são utilizados no tratamento de TEA: ensino por tentativas discretas (discrete-trial teaching, DT) e treinamento de resposta essencial (pivotal response training, PRT). SANDERBERG, Elisabeth Hollister. Breve Guia para Tratamento do Autismo. São Paulo – 2017 – M. Books do Brasil Editora Ltda.

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